Segundo a mesma informação, “em julho de 2021, o CHL viu atribuídas pelo Ministério da Saúde 36 vagas da carreira médica, das quais 34 vagas vocacionadas para médicos recém-especialistas ou sem vínculo laboral prévio com o SNS [Serviço Nacional de Saúde], e duas vagas para médicos com relação jurídica de emprego previamente constituída com organismos do SNS (designado como concurso de mobilidades)”.

O CHL esclarece que o número de vagas por especialidade pedido foi de 53, destacando-se a medicina interna (com 10 vagas solicitadas), cirurgia geral (5) e ginecologia/obstetrícia (4), e anestesiologia e ortopedia, com três em cada uma das áreas.

De acordo com o CHL, o ministério liderado por Marta Temido atribuiu duas vagas para cirurgia geral e duas para ginecologia/obstetrícia (nos dois casos não foram ocupadas) e das cinco vagas atribuídas para medicina interna todas foram ocupadas.

No caso da anestesiologia, as três vagas pedidas e atribuídas foram preenchidas, enquanto na ortopedia, das três vagas solicitadas, mas apenas duas atribuídas, foi ocupada uma.

Em processo de escolha encontram-se dois médicos especialistas para as áreas de psiquiatria e radiologia.

“Quanto às duas vagas do concurso de mobilidades, foram admitidos dois médicos no procedimento concursal para o CHL, na especialidade de cirurgia vascular”, refere a unidade de saúde.

Os concursos são desenvolvidos “pela Administração Central do Sistema de Saúde em função de cada uma das especialidades médicas, estando concluídos ou em vias de conclusão na maioria das situações”, observa.

“No que respeita ao não preenchimento de vagas, importa destacar que a escolha das vagas por parte dos médicos especialistas envolve vários fatores exteriores à instituição, entre eles a tendência dos candidatos em escolher o local onde terminam a sua especialidade e/ou formação, as questões familiares, ou a preferência por determinada cidade ou área geográfica por razões pessoais, que levam à escolha de vagas noutras localizações”, nota o CHL.

Por outro lado, reconhece que a legislação que determina as condições para atribuição de incentivos, quer à mobilidade, quer à contratação para serviços e estabelecimentos de saúde do SNS que se situam em zonas geográficas qualificadas como carenciadas, “não têm sido suficientes para aliciar os profissionais para a escolha e consequente fixação em zonas geográficas com mais carências de pessoal médico”.

O CHL garante que procura, “proativamente, influenciar os novos especialistas para virem para este centro hospitalar que oferece bons serviços, boas estruturas e condições de trabalho que permitem um desenvolvimento profissional diferenciado”.

“Contudo, a distância dos locais onde se formam e se especializam, e onde vivem, a par da rigidez salarial, tem sido um fator inibidor para atrair e fixar os especialistas que o CHL e a região necessitam”, acrescenta.

O Centro Hospitalar de Leiria integra o Hospital de Santo André, em Leiria, o Hospital Distrital de Pombal, e o Hospital Bernardino Lopes de Oliveira, em Alcobaça.

Segundo o seu ‘site’, o CHL tem como “área de influência a correspondente aos concelhos de Batalha, Leiria, Marinha Grande, Porto de Mós, Nazaré, Pombal, Pedrógão Grande, Figueiró dos Vinhos, Castanheira de Pera, Ansião, Alvaiázere, Ourém e parte dos concelhos de Alcobaça e Soure, servindo uma população de cerca de 400.000 habitantes”.

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