A ‘Linha de Apoio a Estudantes em Isolamento’ está a ser desenvolvida pela Associação Académica da Universidade da Beira Interior (AAUBI), pela UBI e pela ESN - Erasmus Student Network Covilhã.

"Através do preenchimento de um formulário disponível ‘online’, os alunos que se encontrem em quarentena receberão em casa refeições da cantina universitária, colmatando uma das maiores dificuldades de quem se encontra deslocado da sua zona de origem", refere uma nota de imprensa enviada à agência Lusa.

De acordo com a informação, a entrega será gratuita e os alunos terão apenas de pagar o preço social da refeição da cantina em regime de "take away", no valor de 1,5 euros.

A equipa deste projeto será constituída por estudantes voluntários, que podem inscrever-se através de um formulário igualmente disponível ‘online’.

"É também uma ação amiga do ambiente, uma vez que a entrega será feita recorrendo a um carro elétrico", acrescenta.

Citado na nota de imprensa, o presidente da AAUBI, Ricardo Nora, apela ao espírito de solidariedade e participação dos alunos e sublinha a importância de se contribuir para o bem-estar dos estudantes.

"Esta linha de apoio aos estudantes em isolamento é mais uma iniciativa que representa a preocupação da AAUBI, da UBI e da ESN Covilhã, em que todos os alunos nestas condições consigam cumprir as restrições que lhes são impostas sem grandes custos", afirma.

Lembrando que a UBI tem uma grande percentagem de alunos deslocados, o vice-reitor para o Ensino, João Canavilhas, destaca que este serviço facilita o acesso a uma refeição equilibrada, a preço social.

"Esta é mais uma medida que tomamos desde que a situação pandémica se agudizou em Portugal, com o objetivo de promover a segurança e minimizar os riscos que podem afetar a comunidade académica, ao nível da saúde ou das carências económicas", conclui.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,2 milhões de mortos e mais de 46,5 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 2.590 pessoas dos 146.847 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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