Portugal regista esta terça-feira mais 2.907 casos de COVID-19 e 11 óbitos associados à doença, segundo o último relatório da Direção-Geral da Saúde (DGS) divulgado hoje.

Desde o início da pandemia, morreram 18.441 pessoas com esta patologia em território nacional e foram identificados 1.147.249 casos de infeção pelo vírus SARS-CoV-2.

De acordo com o último relatório oficial, registaram-se mais 3693 casos de recuperação nas últimas 24 horas. Ao todo há agora 1.075.237 doentes recuperados da doença em Portugal.

A região Norte é a área do país com mais novas notificações, num total de 33,2% dos diagnósticos.

O relatório da situação epidemiológica, com dados atualizados até às 24h00 de ontem, indica que a região de Lisboa e Vale do Tejo é a que regista o maior número de mortes acumuladas relacionadas com o vírus SARS-CoV-2 com 7.830 (+5), seguida do Norte com 5.645 óbitos (+1), Centro (3.251, +2) e Alentejo (1.062, +1), Pelo menos 508 (+2) mortos foram registados no Algarve. Há 96 mortes (=) contabilizadas na Madeira. Nos Açores registam-se 49 (=) óbitos associados à doença.

Internamentos sobem

Em todo o território nacional, há 833 doentes internados, mais 24 do que ontem, e 116 em unidades de cuidados intensivos (UCI), mais cinco do que no dia anterior.

Boletim da DGS 30 de novembro 2021
créditos: Imagem do boletim da DGS

De acordo com o boletim da DGS sobre a situação epidemiológica, existem 53.57 casos ativos da infeção em Portugal — menos 797 do que ontem — e 64.984 pessoas em vigilância pelas autoridades — mais 3.134 do que no dia anterior.

A região de Lisboa e Vale do Tejo é a área do país com maior número de infeções acumuladas, com 440.358 (+921), seguida da região Norte (431.700, +964), da região Centro (159.574, +629), do Algarve (48.531, +166) e do Alentejo (42.361 +103). Nos Açores existem 10.086 casos contabilizados (+22) e na Madeira 14.639 (+102).

O que nos diz a matriz de risco?

Boletim da DGS 30 de novembro 2021
créditos: Imagem do boletim da DGS

Portugal apresenta uma incidência de 325,9 casos de infeção por SARS-CoV-2/COVID-19 por cada 100.000 habitantes e um índice médio de transmissibilidade R(t) nacional de 1,17. Com estes valores, o país mantém-se fora da zona de segurança da matriz de risco.

No território continental, o R(t) fixou-se nos 1,18. A DGS atualiza estes dados à segundas, quartas e sexta-feiras.

Faixas etárias mais afetadas

O maior número de óbitos concentra-se entre as pessoas com mais de 80 anos, com 12.016 (+5) registadas desde o início da pandemia, seguidas das que tinham entre 70 e 79 anos (3.960, +4), entre 60 e 69 anos (1.682, +1) entre 50 e 59 anos (532, +1), 40 e 49 anos (186, =) e entre 30 e 39 anos (47, =). Há ainda 13 mortes (=) registadas entre os 20 e os 29 anos, duas (=) entre os 10 e os 19 anos e três (=) entre os 0 e os 9 anos.

Os dados indicam que, do total das vítimas mortais, 9.659 são do sexo masculino e 8.782 do feminino.

A faixa etária entre os 20 aos 29 anos é a que tem maior incidência de casos, contabilizando-se um total de 185.400 infeções (+386), seguida da faixa etária dos 40 e os 49 anos, com 183.874 (+476), e da faixa etária dos 30 aos 39 anos, com 168.452 (+417). Logo depois, surge a faixa etária entre os 50 e os 59 anos, com 155.763 reportadas (+411). A faixa etária entre os 10 e os 19 anos tem 122.640 (+293), entre os 60 e os 69 anos soma 106.876 (+294) e a com 80 ou mais anos totaliza 79.462 casos (+78). Por último, surge a faixa etária dos 0-9 anos com 75.727 infeções reportadas (+330) desde o início da pandemia.

Desde o início da pandemia, houve 532.863 homens infetados e 613.589 mulheres, sendo que se desconhece o género de 797 pessoas.

Balanço mundial

A pandemia provocada pelo novo coronavírus já fez pelo menos 5.206.370 mortos em todo o mundo desde que foi notificado o primeiro caso na China no final de 2019, segundo o balanço diário da agência France-Presse (AFP).

Pelo menos 261.498.300 pessoas foram infetadas em todo o mundo no mesmo período e até às 11:00 de hoje, de acordo com os números coligidos pela AFP.

Na segunda-feira, registaram-se 6.566 mortes e 579.509 novas infeções.

Os países que registaram mais mortes nas últimas 24 horas foram a Rússia (1.620) e a Ucrânia (561).

Os Estados Unidos continuam a ser o país mais afetado, tanto em número de mortes como de infeções, com um total de 778.601 óbitos e 48.438.037 casos, segundo os dados da universidade norte-americana Johns Hopkins.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil com 614.376 mortes e 22.084.749 casos, a Índia com 468.980 mortes (34.587.822 casos), o México com 293.950 mortes (3.884.566 casos) e a Rússia com 275.193 mortes (9.636.881 casos).

Entre os países mais atingidos, o Peru é o que apresenta o maior número de mortes em relação à sua população, com 610 mortes por 100.000 habitantes, seguido pela Bulgária (408), Bósnia-Herzegovina (383), Montenegro (366), Macedónia do Norte (363), Hungria (357) e República Checa (309).

Em termos de regiões do mundo, América Latina e Caraíbas totalizam 1.540.093 mortes para 46.657.249 casos, Europa 1.520.177 mortes (84.163.926 casos), Ásia 897.402 mortes (57.197.771 casos), Estados Unidos e Canadá 808.239 mortes (50.225.886 casos), África 222.714 mortes (8.644.253 casos), Médio Oriente 214.464 mortes (14.301.360 casos) e Oceânia 3.281 mortes (307.855 casos).

O balanço foi feito com base em dados obtidos pela AFP junto das autoridades nacionais e informações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Devido a correções feitas pelas autoridades e a notificações tardias, o aumento dos números diários pode não corresponder exatamente à diferença em relação aos dados avançados na véspera.

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